sp sem cor
galhos
carcaças
becos
calçadas
paisagens
de vidas
secas,
quebradas.
onde estão as cores?
onde estarão os amores?
por onde olho
há morte
dissabores.
são paulo
do cinza
e da pressa
corre-se por tudo
e por ninguém.
aspiro
e conspiro
por arte,
sorte no respiro.
em busca
de alcançar
o que preciso
inverter
as lógicas
e os juízos
é pra isso que eu vivo.
(jm)
12/jun/14
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