domingo, 25 de março de 2018
| promessa |
não alcanço um palmo a frente do meu nariz
não sei pra que ouvidos falo
que peito atinjo com minhas palavras flecha
tento traduzir o que dói e dilacera
sem ferir quem assiste
sendo curativo pro mundo
mesmo ele tendo sido quem acabou comigo
não há culpas que sejam eternas
nem amores que se garantam sem rega.
eu prometo falhar, falhar muito
e eu prometo resistir a ponto de assumir cada uma delas.
(jm)
feito ontem no exercício poético-reflexivo com Jive Poetic no Red Bull Station.
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